História · ~2010 → hoje
A história do Boy corre junto com a do funk paulista. De um lado, um moleque de Pirituba que trocou o microfone pela mesa de produção. Do outro, uma cena que saiu da quebrada e dominou o streaming. Role para acompanhar as duas linhas.
Ainda adolescente, Guilherme entra no funk como MC nas quebradas da Vila Zatt, em Pirituba.
O funk paulista ganha corpo nos bailes de rua e nas primeiras produções caseiras da periferia.
Como MC "não estava virando". Migra para a produção e se especializa: faz cursos de DJ e cursa faculdade, juntando técnica e estudo.
Surge a geração de produtores caseiros que redefine o beat e leva o funk SP a um novo patamar.
Salvador, Ryan SP e Lele JP ligam querendo um som. Boy monta o esqueleto do beat (com Nine e Ramiro) e nasce o maior hit.
A faixa estoura em plena pandemia e passa de 75 milhões de views, virando fenômeno nacional.
Em entrevista à KondZilla, já soma dezenas de milhões de plays. A vinheta falada vira assinatura e sinônimo de hit.
Ryan SP, Hariel, Salvador e companhia assumem as paradas e levam o funk paulista pro mainstream.
Lança como artista principal, com IG, Leozinho ZS, V7, Joãozinho VT, Letto e Kako. Vira top track nas plataformas.
O selo GR6 Explode consolida o funk de São Paulo como potência de streaming.
A sequência (Sonar/GR6) transforma o nome numa franquia. Novas edições viriam com Ryan SP e mais convidados.
Coletâneas e sets assinados por DJs viram o formato campeão de plays do funk.
Reúne Mc Don Juan, Joãozinho VT, Kako, MC Hariel, Tuto, Marks e Vine7. O set assinado pelo Boy vira selo de curadoria.
O nome do produtor no título já é garantia de qualidade e alcance para o público.
O bordão vira nome de faixa. Parceria com MC Hariel no álbum "Na Track do Delaboy".
O funk brasileiro alcança público global e o Boy segue entre os produtores mais requisitados.
Cerca de 4,5 milhões de ouvintes mensais no Spotify e um catálogo de mais de 140 lançamentos que atravessa os maiores nomes do funk paulista.
Hoje na Sonar Music, o Boy é assinatura de hit. Quando a vinheta toca, o público já sabe.
Datas com "~" são aproximadas (o próprio Boy diz "há mais ou menos 10 anos" em 2020). Marcos de lançamento têm data verificada em plataforma. Fontes: KondZilla, SobreFunk, Spotify, Apple Music e Deezer.
Os artistas que o Boy produziu e com quem dividiu faixa. Alguns dos maiores nomes do funk paulista passaram pela mesa dele. Toque no @ para ver os seguidores atuais de cada um.
O diferencial do Boy é reunir numa base só vários dos maiores MCs do funk. Somados, os artistas que passam pelas faixas dele ultrapassam 40 milhões de seguidores no Instagram e centenas de milhões de views no YouTube. Uma base, muitos nomes, um hit.
Seguidores: valores aproximados de leitura pública (jul/2026); o número exato e sempre atual aparece ao abrir o perfil. @ a confirmar: Letto, Nog e Fefe (contas com homônimos/perfis instáveis) — me manda o @ oficial que eu ativo o link, como você fez com o Kako.